domingo, 15 de janeiro de 2012

Parabéns ao governador Geraldo Alckmin e à polícia de SP

Na noite de sábado, 14 de janeiro, no twitter, o governador Geraldo Alckmin apresentou os resultados da ação da polícia na cracolândia. Segundo ele, foram 149 presos dos quais 106 foram trancafiados por delitos diversos, 43 estão foragidos. 878 pessoas foram encaminhadas para abrigos e 212 para serviços de saúde. 80 se internaram voluntariamente.

O que se vê neste caso é ação do Estado para recuperar um espaço que foi dominado pelo crime. Na cracolândia, não existem apenas dependentes químicos sem direção na vida, por lá habitam assaltantes, estupradores e traficantes, pessoas que dominam uma área pública e tornam-na território do crime. Os cidadãos honestos, pagadores de impostos, temem trafegar nesses locais com medo de sofrerem violência. A obrigação do Estado é recuperar esses territórios. Assim o fez o governador Geraldo Alckmin.

A fúria de determinados setores da imprensa contra a ação da polícia foi incompreensível. Os articulistas de esquerda se apressaram para escrever as mistificações que geralmente escrevem nestes casos. Afirmaram que a polícia paulista escolheu o caminho da dor, da repressão e não o da prevenção.  O que eles chamam de prevenção eu chamo de preservação da criminalidade. Evidente que os dependentes têm de ser tratados e o governo os encaminhou para unidades de saúde. Outros, alijados da cracolândia, procuraram por conta própria ajuda médica. Pessoas desalojadas foram encaminhadas para abrigos. Agora, o que fazer com os traficantes, ladrões e aproveitadores de menores que semeiam o crime num espaço público? O correto é prendê-los e recuperar a área. Assim o fez a polícia paulista.

Polícia esta tão vilipendiada pela mesma imprensa que bate palma para as ocupações policiais nos morros do Rio de Janeiro. Como se nota, as posições de determinados setores da imprensa não levam em conta a eficiência da ação mas a cor da camisa partidária e o mandariam ideológico. Estes setores veem os bandidos como vítimas do sistema capitalista e entendem que o Estado deve tratá-los com carinho e liberar as drogas. Por isso, esses senhores criticam a polícia paulista e elogiam a polícia carioca que primeiro espanta os bandidos e depois invade os morros e não prende ninguém.

Já existe uma legalização branca do uso de drogas. Em São Paulo, em Brasília (nas barbas do poder) e em outras metrópoles existem cracolândias, e nelas, crianças e adultos usam as drogas para todos verem. O Estado deve ou não agir? Prevenir é deixar os dependentes perambularem feito zumbis pelas vias públicas e permitir que se formem territórios para o crime lucrar com a ausência do Estado, com o medo dos cidadãos e com o excesso de consumidores de drogas? Qual a proposta daqueles que defendem a tal prevenção? Aliás, estes são os mesmos que defendem algo no mínimo boçal: descriminalizar o usuário e prender o traficante. Isto é: é permitido comprar, mas é proibido vender. Há que se tratar o doente e dificultar a vida de quem pretende “tirar um barato” com cocaína e outras drogas que mudam o comportamento das pessoas e as tornam perigosas. Deve-se combinar prevenção com repressão.

A ação da polícia paulista na cracolândia está correta. Aliás, a polícia de São Paulo tem crédito com o cidadão de bem. Em doze anos, a taxa de homicídios caiu 88% em SP e o estado é o que mais prende bandidos no país.  Esta é a política de Segurança em São Paulo: investir em tecnologia, armamentos, treinar os policiais devidamente e combater o crime. Por estas terras, lugar de bandido é na cadeia e não nas ruas dominando centros urbanos.

A imprensa vermelha de coração ignora os feitos da polícia de SP - que é a mais exitosa do país no combate aos homicídios – para não desagradar o PT e não frustrarem suas crenças políticas. Essa gente não tem compromisso com os fatos e com a verdade. Os números apresentados pelo governador de SP Geraldo Alckmin provam que a intervenção do Estado na cracolândia foi um sucesso. Mas a luta continua, o governo estadual tem de manter a mesma postura.

2 comentários:

Blog do Dantas_60 disse...

Não vou parabenizar o "XUXU", pois ele está apenas tentando fazer o dever de casa, coisa que os outros mambembes deixaram passar batido. Cansei de passar pela região da Cracolândia quando chegava a São Paulo, inclusive para mostrar para meu filho a que ponto chega o ser humano que sustenta o tráfico de drogas. É muito triste, não adianta amolecer com o usuário de droga, pois ele continua vivo apenas para ser usado pelo traficante. Porrete no traficante e internação do usuário é o caminho. Espero que o governador não se deixe levar pela conversa mole de grupos levianos que estão com "peninha", pois também consomem ou já consumiram. Boa sorte.

André Henrique disse...

Concordo contigo, Dantas.

Boa lição esta que você deu a teu filho, não escondeu a realidade dele.

Sim, o governador resolveu assumir a região, ele agiu muito bem. Até então, as ONGS esquerdóides, com apoio do governo federal, agiam na região com a tal política de redução de danos. Os valentes ofereciam cachimbos aos usuários para que eles não contraíssem doenças com as seringas. Ou seja, os onguistas ofereciam apenas um jeito do viciado se destruir com mais segurança, entende? Quanto mais usuários, melhor para o traficante, melhor para o crime. Só gente problemática para defender uma política dessas.

A política do governador Geraldo Alckmin é a correta: ocupar, tratar e prender. Ocupar a cracolândia e tirá-la das mãos dos traficantes, com isso, dá-se segurança aos cidadãos e diminui-se o número de usuários. Prender o traficante, que geralmente está ligado a redes de crimes bem mais complexas. (ah se o governo federal protegesse as fronteiras por onde entram as drogas, seria bem melhor... Mas nem todos cumprem o seu papel...). E tratar o dependente químico.

Corretíssima a política do governador.