No dia 6 de fevereiro este blog completou dois anos de existência. Será o terceiro ano desta empreitada independente. Lancei-me neste mar virtual com o intuito de debater aquilo que mais gosto, política. E, debatendo política, debate-se o Brasil, a comunidade. É um exercício de cidadania que, volta e meia, alcança limites inenarráveis.
Além de debater política, o blog me serve como termômetro intelectual. Nele, exercito minha escrita, testo meus conhecimentos e calibro minha paciência. Dá trabalho escrever, revisar e publicar. Muitas vezes escrevo direto na fonte: área de postagem. O risco é de enviar textos com erros e sobras, mas, tenho contido a pressa e, quando necessário, tenho caprichado na estética sintética dos textos.
Este blog tem recebido sinais de amadurecimento e melhora: aumentou a quantidade de comentários e, mais do que isso, aumentou a qualidade dos comentários. Bons estudantes têm entrado aqui e deixado pertinentes reflexões. Fato positivo, por que assim, avançamos todos: melhor para o Brasil! Não sei meus colegas de blog, mas eu miro longe, quero ter importância suficiente para pensar o país e influenciar em seus rumos. E, escrevendo, palestrando, dando aulas, conseguimos influenciar a realidade. Basta querer e ter capacidade. Humildade é importante, mas ousadia é muito mais.
Para manter este espaço é necessário ousadia e eu tenho de sobra. Muitos me questionam como consigo manter uma média de textos sempre alta, e digo que minha paixão por escrever é a locomotiva. Quanto mais escrevo, mais curioso fico e mais estudo. Por exemplo, para falar da política de outro país tenho que mergulhar na história do mesmo, buscar informações e, vez outra, mesmo não escrevendo o texto por insegurança, nessa modesta empreitada de pesquisa aprendo muito. O blog é útil, é bom, gosto dele, é meu melhor passatempo.
Nesses anos falei sobre muita coisa polêmica. O blog se confunde com minha personalidade. Não consigo ser dissimulado, falo o que penso e os contrários às vezes se irritam. Chegam as pencas comentários ofensivos, eu, logicamente, recuso. Alguns beiram a esquizofrenia de tanto ódio. Outros beiram a tolice, dado o alto grau de imbecilidade. Detesto comentário xarope de gente que quer nos moldar de acordo com sua imagem e semelhança. Este blog é independente, não escrevo para agradar partido, sindicato, professor, academia, pois nenhum destes pagam minhas contas. Escrevo livremente, não quero moldar ninguém e nem quero ser moldado. Crítica e pontos discordantes são bem-vindos quando não trazem na bagagem arrogância e virulência.
Aos bons leitores, que são a maioria, eu agradeço, pois sem vocês não há debate. Vocês são ótimos e auxiliam muito, até mesmo mandando e-mails propondo temas para eu comentar etc. Agradeço vocês. Inclusive àqueles que lêem e não comentam, mas falam comigo sobre os textos nos corredores da universidade, no twitter, por e-mail, MSN etc. É gratificante ser parado no corredor da universidade, como várias vezes eu fui, e ouvir as pessoas dizerem:“olha, muitas vezes discordo de você, mas respeito sua coragem de se expor e sua boa escrita etc.”
É gratificante saber que pessoas que nem conheço usam meus textos em trabalhos estudantis ou em suas atividades docentes. Por exemplo, a leitora Bia Camargo, professora do ensino médio, vis-à-vis me pede autorização para imprimir meus textos e levá-los ao conhecimento de seus alunos e trabalhar os temas com eles. Agradeço muito e espero que aproveitem. Não tomem o que falo como verdade, mas como caminho para se construir idéias e consciência sobre determinados fatos. Não existe verdade absoluta, ou solução fácil. Sociologia, filosofia, política é diálogo, não cimento e reboque. Quem trata essas áreas como celeiro de verdades intransponíveis não passa de imbecil.
Outro motivo para se orgulhar do blog foi o professor Marco Aurélio Nogueira, que é um dos maiores intelectuais do país, indicar em seu blog um texto que escrevi sobre a tragédia de Angra dos Reis. O link da indicação se encontra na ala direita do blog, bem no topo. O fato me deixou bem contente, porque se trata de um elogio – que prefiro chamar de gentileza - de alguém que dispensa apresentações: um intelectual consagrado e que tenho como referência. Outro fato que me surpreendeu, foi o senador tucano, Arthur Virgilio, no twitter, além de elogiar, comentar três textos que escrevi. Ele poderia ter odiado os textos, mas o que vale é a presença ilustre de um político - gostem dele ou não - atuante, de idéias, com uma oratória e inteligência invejável. Como não posso ficar satisfeito com um elogio vindo dele?
Em suma, o blog vai bem obrigado. São dois anos, já! Continuarei trabalhando. Espero continuar contando com os comentários dos leitores e com a disposição deles em dar destaque a meus textos. Seguirei em frente, na rota dos fatos. Há quem siga a vida com os cotovelos ou com várias faces. Eu só tenho uma cara, na vida virtual e pessoal, não sou fingido, não faço demagogia e não falo para agradar grupelhos ou indivíduos. Trabalho em cima de fatos e reflexões. Raramente me posiciono diante das questões para não ferir as análises. E, quando opino, faço com o coração, submetendo meus gostos à cabeça, ou seja, à razão. Não tenho vergonha nenhuma de mudar minhas posições, desde que seja a partir de diálogo franco, muito estudo e trabalho, não mediante imposições rasteiras.
Além de debater política, o blog me serve como termômetro intelectual. Nele, exercito minha escrita, testo meus conhecimentos e calibro minha paciência. Dá trabalho escrever, revisar e publicar. Muitas vezes escrevo direto na fonte: área de postagem. O risco é de enviar textos com erros e sobras, mas, tenho contido a pressa e, quando necessário, tenho caprichado na estética sintética dos textos.
Este blog tem recebido sinais de amadurecimento e melhora: aumentou a quantidade de comentários e, mais do que isso, aumentou a qualidade dos comentários. Bons estudantes têm entrado aqui e deixado pertinentes reflexões. Fato positivo, por que assim, avançamos todos: melhor para o Brasil! Não sei meus colegas de blog, mas eu miro longe, quero ter importância suficiente para pensar o país e influenciar em seus rumos. E, escrevendo, palestrando, dando aulas, conseguimos influenciar a realidade. Basta querer e ter capacidade. Humildade é importante, mas ousadia é muito mais.
Para manter este espaço é necessário ousadia e eu tenho de sobra. Muitos me questionam como consigo manter uma média de textos sempre alta, e digo que minha paixão por escrever é a locomotiva. Quanto mais escrevo, mais curioso fico e mais estudo. Por exemplo, para falar da política de outro país tenho que mergulhar na história do mesmo, buscar informações e, vez outra, mesmo não escrevendo o texto por insegurança, nessa modesta empreitada de pesquisa aprendo muito. O blog é útil, é bom, gosto dele, é meu melhor passatempo.
Nesses anos falei sobre muita coisa polêmica. O blog se confunde com minha personalidade. Não consigo ser dissimulado, falo o que penso e os contrários às vezes se irritam. Chegam as pencas comentários ofensivos, eu, logicamente, recuso. Alguns beiram a esquizofrenia de tanto ódio. Outros beiram a tolice, dado o alto grau de imbecilidade. Detesto comentário xarope de gente que quer nos moldar de acordo com sua imagem e semelhança. Este blog é independente, não escrevo para agradar partido, sindicato, professor, academia, pois nenhum destes pagam minhas contas. Escrevo livremente, não quero moldar ninguém e nem quero ser moldado. Crítica e pontos discordantes são bem-vindos quando não trazem na bagagem arrogância e virulência.
Aos bons leitores, que são a maioria, eu agradeço, pois sem vocês não há debate. Vocês são ótimos e auxiliam muito, até mesmo mandando e-mails propondo temas para eu comentar etc. Agradeço vocês. Inclusive àqueles que lêem e não comentam, mas falam comigo sobre os textos nos corredores da universidade, no twitter, por e-mail, MSN etc. É gratificante ser parado no corredor da universidade, como várias vezes eu fui, e ouvir as pessoas dizerem:“olha, muitas vezes discordo de você, mas respeito sua coragem de se expor e sua boa escrita etc.”
É gratificante saber que pessoas que nem conheço usam meus textos em trabalhos estudantis ou em suas atividades docentes. Por exemplo, a leitora Bia Camargo, professora do ensino médio, vis-à-vis me pede autorização para imprimir meus textos e levá-los ao conhecimento de seus alunos e trabalhar os temas com eles. Agradeço muito e espero que aproveitem. Não tomem o que falo como verdade, mas como caminho para se construir idéias e consciência sobre determinados fatos. Não existe verdade absoluta, ou solução fácil. Sociologia, filosofia, política é diálogo, não cimento e reboque. Quem trata essas áreas como celeiro de verdades intransponíveis não passa de imbecil.
Outro motivo para se orgulhar do blog foi o professor Marco Aurélio Nogueira, que é um dos maiores intelectuais do país, indicar em seu blog um texto que escrevi sobre a tragédia de Angra dos Reis. O link da indicação se encontra na ala direita do blog, bem no topo. O fato me deixou bem contente, porque se trata de um elogio – que prefiro chamar de gentileza - de alguém que dispensa apresentações: um intelectual consagrado e que tenho como referência. Outro fato que me surpreendeu, foi o senador tucano, Arthur Virgilio, no twitter, além de elogiar, comentar três textos que escrevi. Ele poderia ter odiado os textos, mas o que vale é a presença ilustre de um político - gostem dele ou não - atuante, de idéias, com uma oratória e inteligência invejável. Como não posso ficar satisfeito com um elogio vindo dele?
Em suma, o blog vai bem obrigado. São dois anos, já! Continuarei trabalhando. Espero continuar contando com os comentários dos leitores e com a disposição deles em dar destaque a meus textos. Seguirei em frente, na rota dos fatos. Há quem siga a vida com os cotovelos ou com várias faces. Eu só tenho uma cara, na vida virtual e pessoal, não sou fingido, não faço demagogia e não falo para agradar grupelhos ou indivíduos. Trabalho em cima de fatos e reflexões. Raramente me posiciono diante das questões para não ferir as análises. E, quando opino, faço com o coração, submetendo meus gostos à cabeça, ou seja, à razão. Não tenho vergonha nenhuma de mudar minhas posições, desde que seja a partir de diálogo franco, muito estudo e trabalho, não mediante imposições rasteiras.
No final, meu lado racional sempre prevalece e, racionalmente falando, este blog já alcançou 140 postagens. Nelas, trato de questões sociais, de personalidades e, sobretudo, da política nacional, fazendo excursões analíticas em alguns fatos internacionais. É assim que trabalho. À luta, porque vem mais pela frente.

